Bom, a Camila estava me enchendo o saco a uns 3 dias para colocar algo no blog, tenho andado meio sem tempo ultimamente, mas vamos lá, me chamo Eduardo, e por hora isto basta.
Estou a produzir um texto um pouco mais palpável sobre minhas impressões a respeito de um assunto considerado por muitos um tanto quanto delicado, para que nele possa ser mais perceptível “quem é o Eduardo”, mas por hora me atenho em comentar alguns dos vídeos que foram postados pela Camila, “a representante portadora de uma vagina neste blog”.
Fatal:
Não assiti ao filme, porém tenho receio de ver a Penélope Cruz sendo dirigida por outro diretor, senão o Almodóvar, pois ela é uma mulher, baixinha, sem graça e também não é lá essas coisas como atriz. Deus sabe lá como o Pedrito consegue deixa-la gostozona, peituda e transpirando sensualidade, o filme, pelo que li tem o enredo básico de filme sonso, porém posso e de fato espero estar enganado pois a diretora tem um currículo invejável, que acredito que obteve seu auge com o filme, que o “grande público” achou insosso, A vida secreta das palavras, portanto assistam fatal e deixem recados me xingando dizendo que a Penélope é uma excelente atriz e que o filme é ótimo.
Marley e Eu
A típica história bonitinha, mal escrita, fraca, que criancinha boba e senhoras no leito de morte adoram. Se não tiverem nada melhor para fazer em casa ou se nenhum filme mais interessante estiver em cartaz assistam a isso.
Crepúsculo
O livro é terrivelmente fraco, típico romance que garotinhas virgens que sonham com o príncipe encantado em um cavalo branco e um castelo de contos de fadas, um toque: “Queridinhas, homem muito educado, inteligente, bonito, rico e que mesmo depois de casado não arrota na mesa e muito menos solta flatulências na sua frente é gay” príncipe encantado não existe, levantem seus bumbuns dessas cadeiras e vão a luta!
Já ia me esquecendo, seria injusto de minha parte comentar somente quem é o tipo de garota que gosta desse tipo de história, portanto os garotos que assistem a uma merda como esta e gostam são aqueles com que tem os rostos repletos de espinhas, que já brincaram de troca-troca com seus coleguinhas, e se masturbam no banheiro com a porta fechada pensando em ambos os sexos, ou seja eles ainda não sabem o que querem.
Os cenários da película não condizem com os descritos no livro, os atores (se é que podem ser chamados de atores) não tem carisma algum, o que vale no filme é a fotografia que é belíssima.
Ao fim só digo mais uma coisa: Assistam ao clipe do Beirut, esse fantástico e ao mesmo tempo tão controverso artista, vale a pena!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
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